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Você tem dificuldade para pegar no sono… e quando finalmente dorme, acorda no meio da noite como se já fosse hora de levantar?
Esse sono fragmentado tem um nome no cotidiano: sono picado.
E na menopausa, ele não é um capricho da mente. É um efeito colateral de um corpo em transição.
Quando os hormônios começam a oscilar e depois caem, o sistema nervoso fica mais reativo. O corpo desperta com facilidade. A temperatura corporal perde estabilidade. O fogacho noturno entra como um alarme. E o que era para ser uma noite contínua vira uma sequência de pequenas noites.
O resultado é cruel: você até dorme, mas não descansa.
E no dia seguinte, o cansaço aparece como uma sombra. Irritação, ansiedade, fome desregulada, cabeça lenta. É uma sensação perigosa: a de que a saída é aumentar a dose do que “apaga”.
Só que apagar não é dormir.
A ciência descreve esse padrão na menopausa como despertares frequentes e mais tempo acordada após iniciar o sono. E isso acontece com muitas mulheres, em escala populacional.
Antes de buscar qualquer solução, vale uma pergunta simples: o que está te acordando?
Suor noturno e fogacho são causas comuns. O próprio Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) reconhece que suores noturnos podem acordar e deixar a mulher cansada durante o dia.
Mas nem tudo é fogacho. Algumas mulheres têm apneia do sono ou pernas inquietas e só descobrem tarde, porque confundem com a “insônia da menopausa”.
A boa notícia é que dá para tratar o sono da menopausa com estratégia, e não com resignação.
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